O INBRAVISA -Instituto Brasileiro de Auditoria em Vigilância Sanitária informa que o resultado deum estudo feito pelo Instituto Adolfo Lutz (SP) constatou que 52,63% dos alisantes de cabelos utilizados na capital paulista tem concentração de reagentes químicos acima da legislação sanitária.
Foram analisadas 38 amostras de produtos, colhidas no comércio e nos salões de cabeleireiros. As substâncias mais nocivas ao organismo, hidróxido de sódio e formol, foram as que mais apareceram nas irregularidades, e em alguns casos a concentração química chegou a ultrapassar 10 vezes o que determina a norma sanitária, expondo ao risco as clientes e os profissionais que trabalham com a fórmula.
"Enquanto não tivermos inspeções constantes nestes estabelecimentos esta situação vai se perpetuar",alerta Rui Dammenhain, diretor do INBRAVISA.
De acordo com o Sindicato dos Salões de Beleza, são 40 mil estabelecimentos do tipo na cidade,mas somente 176 deles têm licença sanitária para funcionar , o que indica que 99% deles não passaram pelo controle sanitário da Vigilância Municipal (Covisa).
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