A Polícia Civil do Paraná tenta conseguir novas provas que ajudem a desvendar o assassinato de Rachel Maria Lobo de Oliveira Genofre, 9 anos, investigando quartos de hotéis e pensões no Centro de Curitiba. Segundo o delegado-chefe do Centro de Operações Policiais Especiais (Cope), Miguel Stadler, os policiais querem descobrir para onde a menina foi levada pelo assassino no dia do crime, antes de ser morta.
"Estamos com linhas de investigação que precisam ser reforçadas. Mas volto a informar que os detalhes não serão divulgados para não atrapalhar as investigações", disse o delegado.
Nesta tarde, a Polícia Civil também recebeu o laudo oficial do Instituto de Criminalística que descarta a possibilidade do ex-presidiário preso Jorge Luiz Pedroso Cunha, 52 anos, e do primeiro suspeito interrogado serem os assassinos da menina Rachel.
Um laudo preliminar foi divulgado ontem à tarde. O resultado dele já apontava com 99% de certeza que os dois suspeitos não seriam os responsáveis pela morte da menina. A contra-prova foi emitida nesta manhã pelo Instituto de Criminalística.
"É importante ressaltar que mesmo o laudo tendo descartado a possibilidade destes dois suspeitos, a divulgação da foto do Jorge foi importante, porque através dela conseguimos encontrá-lo e cumprir o mandado de prisão que estava emitido contra ele pelo crime de atentado violento ao puder que ele teria cometido contra uma criança no litoral", afirmou o delegado.
Os policiais envolvidos na investigação também estão conversando com familiares e pessoas próximas da menina para tentar levantar outras pistas.
Fonte: Redação Terra
Palavras-chave: crime da mala , rachel , violencia crianca
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