Local Sábado, 20 de Março de 2010

Wellington negociará reivindicações de funcionários do antigo Bep

19/04/2009 - 13h14min

O governador Wellington Dias vai procurar a direção do Banco do Brasil (BB) no sentido de resolver algumas pendências trabalhistas da incorporação do Bep (Banco do Estado do Piauí). A decisão de negociar politicamente, em Brasília (DF), reivindicações dos funcionários do antigo Bep, foi tomada durante audiência com o presidente do Sindicato dos Bancários do Piauí, José Ulisses de Oliveira, e representantes dos funcionários do extinto Bep, nessa sexta-feira (17).

O secretário da Fazenda, Antônio Neto, um dos principais responsáveis pela incorporação do Bep, também participou da reunião, realizada no Salão Azul do Palácio de Karnak. Durante o encontro, Wellington Dias reconheceu como justas as reivindicações levadas pelo Sindicato dos Bancários do Piauí, que defende os interesses dos funcionários do antigo Banco do Estado do Piauí.

O governador reafirmou aos sindicalistas o total apoio do Governo do Piauí à causa desses funcionários, hoje incorporados ao Banco do Brasil por força de legislação que permitiu a fusão das duas instituições, com a conseqüente extinção do Banco do Estado. Para tratar do assunto, Wellington Dias irá procurar o novo presidente do BB, Aldemir Bendine, que tomará posse no respectivo cargo no próximo dia 23, em Brasília (DF).

Segundo o governador, a preocupação central de alguns funcionários do antigo Bep – especialmente recepcionistas e contínuos que terminaram fazendo carreira dentro da instituição extinta – é não sofrer perdas em termos de remuneração salarial e discriminação funcional no Banco do Brasil, que estaria impedindo-os de seguir carreira como escriturários. Para Wellington Dias, essas pessoas precisam ser reconhecidas no BB, pois são devidamente qualificadas.

O presidente do Sindicato dos Bancários expôs quadro no qual esses funcionários do antigo Bep – hoje prejudicados em seus interesses – fizeram carreiras bem sucedidas, chegando a exercer cargos de gerência, gerência geral e caixa, mesmo tendo assumido como contínuos e recepcionistas. Isso por não ter havido concurso público nos últimos 19 anos de existência do Banco do Estado.

Além disso, boa parte deles procurou qualificação acadêmica, tendo em seus currículos formação em um ou mais de um curso superior. O governador considerou esse argumento muito importante e pediu para que os sindicalistas façam e entreguem, até a próxima sexta-feira (24), um levantamento dos currículos desses funcionários, bem como as respectivas informações funcionais – contra-cheques, etc.

Fonte: Sérgio Fontenelle


Palavras-chave: Wellignton Dias , BEP , bancários , Banco do Brasil


Comentários (0)

Nenhum comentário

Comentar


feed
Desenvolva seu site - Mundi Brasil